Um projeto que mostra que aprender matemática também pode ser divertido  e muito criativo!

Como transformar frações em música e dança? Foi a partir dessa pergunta que os estudantes do 6º ano do Ensino Fundamental participaram do projeto Matemática, Música e Dança, que conectou diferentes áreas do conhecimento em uma experiência prática e interdisciplinar.

Os professores de Matemática Michele dos Santos e Cassiano Oberosler iniciaram o projeto após trabalharem os conceitos de multiplicação de frações. Os estudantes conheceram o monocórdio de Pitágoras e a relação entre as frações de uma corda e a construção da escala musical.

A experiência ganhou ainda mais vida com a participação dos alunos que tocam instrumentos de corda. Com violão, ukulele e violino, eles mostraram aos colegas, na prática, como o movimento dos dedos sobre as cordas modifica o som. Assim, a turma percebeu que os pontos pressionados nas cordas representam frações e que as notas musicais também podem ser compreendidas por meio da matemática.

Na sequência, o professor de Música Alyson Wendhausen apresentou as figuras rítmicas e explicou como uma composição musical é construída nas partituras. Os estudantes puderam compreender a relação entre as frações e os compassos, observando quanto tempo de música cabe em cada um deles.

Esse mesmo conceito foi aplicado para o movimento nas aulas de Educação Física, com os professores Daniela Nicolini e Filipe Duarte. Em uma aula de dança, os estudantes vivenciaram na prática a relação entre o compasso musical e os movimentos que compõem uma coreografia.

E, para fechar o projeto, foi a vez do piano! Os estudantes foram convidados a criar suas próprias composições, que depois foram apresentadas pelos colegas voluntários que sabem tocar o instrumento. Além disso, os alunos também puderam prestigiar apresentações musicais preparadas especialmente para a turma.

Uma experiência que mostrou, na prática, como Matemática, Música e Dança podem se encontrar para transformar o aprendizado em uma experiência criativa, colaborativa e significativa.

Por: Kaylane Oliveira / Comunicação do Colégio Anchieta